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Teu Filho é um Presente

Quando ganhamos um filho, é um presente que recebemos. Paramos perante este milagre, ficamos de repente humildes e também orgulhosos. Logo percebemos que junto com o milagre veio a obrigação de cuidar, e a responsabilidade cai sobre nós. O presente não é só maravilha e logo mostra também seus outros lados. Temos que aprender a lidar com altos e baixos: “o filho não quebra" (como as enfermeiras costumam ensinar os novos pais) mas exige.

Cada novo ser tem que ser levado a sério do jeito que está naquele momento, existe alguma razão atrás do comportamento mesmo quando naquele momento não conseguimos entender. Temos que aceitar que cada filho tem uma personalidade própria e digna, mas também temos que ensina-lhe a importância da humildade e nós temos que demonstrar isto. Afinal se aprende mais pelos exemplos. Portanto: começamos com a nossa (auto-)educação.

Viver quer dizer aprender – nunca é tarde para aprender algo mais, só ficamos realmente velhos quando recusamos a aprender, a crescer (mesmo que não seja em tamanho visível) e a enriquecer a nossa vida.

O primeiro contacto com o exterior e a primeira formação acontece no ambiente da família e dou muita importância a esta “instituição antiquada". Neste ambiente a criança deve experimentar o benefício da estabilidade e adquirir confiança, sentir os benefícios da disciplina, e aprender: o que é prometido vai ser cumprido.

Todos os dias têm as suas surpresas, todos os dias temos que reagir a mais uns estímulos provenientes da próxima geração. A vida está mais colorida e mais rica ao observar as crianças. Aproveitem de ganhar mais força ao curtir todos os detalhes!

Vai ter tempos desagradáveis, tempos de conflitos, de discordância. Mas o que importa: Deixar bem claro, que para o filho sempre há uma mão estendida para receber e abraçar, embora em certas alturas também tem que deixar muito claro: agora depende do filho a agarrar esta mão, a aceitar o abraço.

Dou muita importância a uma criança aprender a sentir o seu valor próprio, a criar auto- confiança e a achar a sua identidade. Mas isto tem que ser baseado num fundamento sólido de humildade: a criança necessita da oportunidade e da capacidade de observar como o ambiente reage ao seu comportamento. A partir desta base começa a formação da personalidade: uma personalidade sólida, capaz de se integrar e aguentar também horas difíceis.

A independência deve crescer com a idade, e temos que a respeitar. Mas deixemos sempre muito claro: a maior independência e liberdade só se consegue ao ser capaz de abdicar sem sofrer, ao não necessitar de muita coisa para estar feliz, se contentar com pouco, a saber o que realmente importa para cada um. E dinheiroe bens materiais devem ter pouca importância .

Finalmente: Curtem as horas em comum, metem-se nesta aventura chamada vida em família.


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